30 de jul. de 2008

Lei de Lavagem de Uniformes



Postado por Edson Di Nardi, diretor Industrial da ANEL


Em 2007, fui convidado pelo presidente Paulo César a assumir o cargo de diretor Industrial da ANEL, e desde então tenho procurando contribuir com nosso segmento - em especial o de lavagem de EPIs, uniformes e toalhas industriais recicláveis.


Há cinco anos, conheci o deputado José Zico Prado e o convidei para conhecer nosso trabalho junto ao Sindilav. Na época, ele prontificou-se a nos ajudar e lançou então o projeto da Obrigatoriedade da Lavagem de Uniformes que se tornou lei no Estado de São Paulo e, em fevereiro de 2006, repercutiu muito bem no cenário político, sendo logo copiada por outros estados, como Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro.

Agora através deste Blog estamos abrindo um canal de comunicação em que podemos interagir com os colegas do segmento.


Àqueles que precisarem de mais informações sobre os benefícios desta lei, estarei à disposição todas as terças feiras, basta apenas deixar seu comentário aqui!.


Abraço a todos e até a próxima semana!

24 de jul. de 2008

Indicação de literatura!




Durante muitos anos procurei em livrarias do mundo todo uma literatura especializada para lavanderia jeans e nunca encontrei, sei que muitos de vocês também já procuraram por livros de lavanderia, agora foi lançado um excelente livro, e recomendo para vocês esta literatura.
Abaixo segue um resumo do livro feito pelo próprio autor.

JEANS A ALQUIMIA DA MODA
Jeans A Alquimia da Moda, é o primeiro livro que se tem notícia no mundo, onde se trata do assunto Lavanderia Industrial de Beneficiamento Têxtil de Peças Confeccionadas, de maneira técnica, expondo os conhecimentos necessários para o desempenho de um Lavador de Jeans e Tintureiro de Roupas PT.
No primeiro capítulo, encontramos algumas informações históricas sobre o Índigo, e sobre o nascimento e desenvolvimento da “cultura jeans”, com um interessante enfoque, que sai do tradicional e nos leva a fatos que espelham uma realidade de detalhes que as vezes é esquecida.
Na seqüência, os processos aplicados aos jeans e a roupas sport wear, em lavanderias, são descritos de maneira que podemos identificar suas ocorrências cronológicas, ou seja, quando ocorreram, suas diferenças visuais e de atendimentos as tendências de moda, numa linguagem onde um leigo começa a perceber as diferenças físicas e visuais destes acabamentos, passando com facilidade a identificá-los, e ao profissional de lavanderia a confirmação das características que cada processo deve ter para ser identificado e facilmente compreendido.
No terceiro capitulo, são descritas as características e circunstâncias operacionais que possibilitam a execução com controle de qualidade dos processos nas lavanderias, de maneira inédita, são explanados alguns detalhes, que para muitos são considerados segredos.
Na seqüência desvendam-se as características físico-químicas necessárias à compreensão das reações químicas que ocorrem durante a execução dos processos de beneficiamento e as características e qualidades dos produtos químicos normalmente utilizados em lavanderias.
No quinto capitulo, são descritos os tipos de banhos que se aplicam durante os beneficiamentos, seus objetivos e as maneiras de terem suas expectativas de resultado atendidas.
O sexto descreve os caminhos que a roupa percorre desde sua fase de fio até se tornar roupa e chegar dentro da lavanderia, com aconselhamentos, para a prevenção de problemas, que se estendem deste o comportamento da lavanderia como da confecção em preparar a roupa que será destinada a ser beneficiada em lavanderias. Este é um capítulo onde suas orientações podem definir a diferença entre uma roupa bem beneficiada ou não, e a importância da interação entre confecção e lavanderia para a obtenção de um resultado final de alta qualidade.
No sétimo capítulo temos a descrição das formulações dos banhos usados em lavanderia, detalhando suas características e objetivos.
O oitavo capítulo é aquele que desvenda alguns dos maiores segredos dos processos especiais usados nas lavanderias do mundo todo, com descrição detalhada de processos em maquina e artesanais, revelando segredos que muitos se beneficiarão, e que fazem a diferenciação entre muitas lavanderias e confecções.
Dando continuidade, os tingimentos são descritos de maneira que qualquer pessoa com um bom nível cultural ficará em condições de executar estes processos com a consciência do que se está fazendo, e obtendo-se um ótimo resultado final.
O décimo capítulo é um testemunho do que irá acontecer num futuro próximo, e a revelação do estágio de alguns desenvolvimentos, que quebrarão alguns paradigmas estabelecidos no atual mercado têxtil, onde se fala da lavanderia do futuro, dos tingimentos vegetais e processos ambientalmente corretos.
O décimo primeiro não poderia deixar de falar sobre os tratamentos de efluentes têxteis necessários ao seguimento e suas variações, de maneira que o meio ambiente seja preservado durante a execução de nossos trabalhos.
Finalizando com um Glossário técnico onde são desvendados os significados da maioria das palavras usadas no ramo de Lavanderias Jeans.
Enfim Jeans A Alquimia da Moda é uma obra sem similares no mercado, de extrema utilidade para Lavandeiros, Lavadores, Confeccionistas, Estudantes de Moda e Estilistas, que passam a ter uma possibilidade de pesquisa anteriormente impossível por falta de material bibliográfico disponível.

Autor: Gilberto J. Oliveira.
Consultor e Pesquisador.

Gilberto Oliveira é um profissional no beneficiamento de jeans, desde sua confecção até sua terminação nas lavanderias industriais. Iniciou sua carreira em 1976 em uma confecção no bairro do Bom Retiro em SP, e a partir daí escolhe o jeans como profissão.
Ingressou no ramo da lavanderia em 1983. Foi vice presidente da associação de classe das lavanderias brasileiras em 1988 / 1989. Desde esta época se torna consultor internacional para treinamentos de equipes de lavanderia, tendo trabalhado em várias empresas da América Latina e de todo o Brasil, e em 2003 também para a Itália, Espanha e Portugal.




Para adquirir o livro e ou obter mais informações, acesse o site: www.tecjeans.com.br



Postado por: Marco Britto - Diretor de Ciência e Tecnologia da ANEL. mbritto@lavanderiagb.com.br.


















ALTA DE JUROS E INFLAÇÃO

Sem dúvida alguma esse filme nós já vimos. Mais uma vez o remédio amargo é aplicado. Juros altos para inibir o consumo, queda nas vendas de produtos e serviços e, consequentemente, recessão, desemprego e outros males tão bem conhecidos.

Quando é que o Governo vai entender que a solução para o crescimento do país, controle efetivo da inflação e a geração de renda tem sua origem na produção ?

Estimularam o aumento do nível de renda da população, mas “esqueceram” que as empresas precisam de investimentos para produzir e atender esse consumo.

Quando é que vão entender que a carga tributária atual, uma das maiores do mundo, inibe os investimentos e consomem todas as reservas das empresas?

Assim, ficamos, mais uma vez, a mercê, de uma política econômica recessiva e retrógrada, tão bem conhecida.

Atividades para grenciar pessoas


Essa figura que encontrei no artigo do Instituto Pieron me fez refletir sobre o papel da gerência, que aparentemente pode ser simples, mas na prática não é exercida de forma adequada. Principalmente na pequena e média empresa.
Faça uma reflexão como você tem desempenhado as atividades de Tasking(atribuir responsabilidades), trusting (confiar no julgamento) e tending (nutrir o desenvolvimento) e o impacto que esse trabalho bem feito pode trazer para sua equipe.

23 de jul. de 2008

QUEM TEM A MELHOR ASSISTÊNCIA TÉCNICA ?

Senhores,

Este assunto está contido no meu editorial da Revista Lavanderia&Cia, para o bimestre julho/agosto.

Parece ser prioridade para alguns empresários a venda de equipamentos, deixando num segundo plano a assistência técnica, principalmente quando falamos de um país com a extensão territorial que temos.

Este problema, ao que parece, não é tão acentuado nos Estados do Sul, pois existe a maior concentração de lavanderias do país, como também encontramos um fornecimento de peças adequado para a demanda e técnicos para o setor na região.

Com o crescimento econômico de outras áreas , como é o caso do Nordeste, com o aumento da população , do número de imigrantes estrangeiros e de outras regiões do país, e, naturalmente, inúmeras lavanderias, verificamos que os problemas com a assistência técnica vem crescendo.

Encontramos até bons representantes, mas, infelizmente, não existe tantos técnicos.

Imagine máquinas importadas, tão comum hoje em dia, com circuitos eletroeletrônicos, automatizadas e informatizadas com problemas e paradas, gerando mão-de-obra ociosa !

Quem vai consertar? E o custo disso? Onde encontrar o melhor técnico? Qual o melhor fornecedor?

Portanto, o assunto está em pauta e venderá mais quem tiver uma melhor assistência técnica, independentemente da marca e procedência do equipamento.

Até lá

Paulo César Dantas Fernandes
Presidente da ANEL

17 de jul. de 2008

Moda de Rua


Uma das tendências em destaque para o Verão 2009 é a aplicação de resina no jeans para dar efeito de amassado.

Nas ruas de Londres, os fashionistas aderiram a este tipo de visual que dão maior praticidade na hora de viajar e no dia a dia, já que não precisamos nos preocupar se eles vão amassar.





Marco Britto - mbritto@lavanderiagb.com.br

Atendimento ao cliente

Um associado do Sindilav solicitou ao Presidente, José Carlos Larocca, providências no sentido de criar mecanismos que visem inibir abusos cometidos por clientes exaltados, e para isso apresentou alguns exemplos recentes que ocorreram em sua loja.

Iniciativas no sentido de tentar equilibrar a balança, hoje muito favorável ao cliente em função do Código de Defesa do Consumidor, são sem dúvida extremamente válidas, mas esbarram em dificuldades técnicas, e, principalmente jurídicas.

ANEL e Sindilav já abordaram este assunto diversas vezes, tendo o Sindilav inclusive organizado palestra com o Superintendente do Procon em São Paulo, mas fica claro que pouca coisa pode ser feita.

De qualquer forma, estamos abertos a sugestões, e sempre com o objetivo de atender, da melhor forma possível, ao interesse de nossos associados.

Há que separar, entretanto, abusos cometidos pelos clientes, que se utilizam do Código de Defesa do Consumidor, daquelas em que os clientes são descorteses, mal-educados, muitas vezes intimidadores e truculentos.

Quanto a estes, nada a fazer, infelizmente. Fazem parte de uma sub-classificação da rica Fauna Humana, e não podemos esquecer que existem aqueles bons clientes para compensar.

Aqueles com os quais já pisamos na bola, e que mesmo assim nos perdoaram, compreenderam a situação e continuam nos prestigiando com sua presença.

Quem não tem destes clientes em seu estabelecimento?

Para eles, tapete vermelho, banda de música, fogos de artifício. Para os mal-educados, boa educação, profissionalismo, cortesia, tapa de luva de pelica.

Quando abrimos nossos estabelecimentos todos os dias, estamos sujeitos a receber qualquer tipo de clientes, não podemos discriminá-los, apenas lidar com a situação da melhor forma possível.

Bons negócios a todos.

Rui Torres
Diretor do Segmento Doméstico

16 de jul. de 2008

Workshop apresenta as novidades da Texcare 2008















Na foto, Márcio Mariano, da CHT Química, Maria Ramos e Edson Rogério, diretor de MKT

Por Maria Ramos Soares, coordenadora técnica da ANEL e palestrante

Nesta última terça-feira (15/08), a ANEL sediou o Workshop Texcare 2008, onde apresentamos as principais novidades da feira para um público de cerca de 50 pessoas. Nosso diretor de Marketing Edson Rogério comentou sobre suas impressões com relação ao mercado doméstico. "É como se você estivesse em uma loja de eletrônicos na sua primeira viagem aos Estados Unidos, quer comprar tudo".

Apresentamos um vídeo sobre demonstração de passadoria exibido na Texcare que me fez recordar um comentário de uma de nossas associadas: "Ela parece estar dançando balé!", ao mencionar Astrid Chardonnens - colaboradora da Veit, tradicional empresa alemã de equipamentos de passadoria -, que desenvolveu uma técnica em que é capaz de passar uma camisa em três minutos.

Chardonnens surpreende ao usar a mesa fria, com 20% de sucção (condições permitida pelos equipamentos Veit), pouco vapor e uma agilidade surpreendente. As frentes são passadas praticamente ao mesmo tempo. Ao finalizar, a camisa já tem alguns botões fechados facilitando pendurar no cabide e já dispô-la na arara.

Outro ponto alto do nosso Workshop foi a apresentação de Márcio Mandarino, da CHT Química, convidado a falar de sua visita à feira como expositor. Interessado em novas tecnologias e túneis, ele comentou das visitas que fez à lavanderias em cidades próximas atendidas pela empresa. "As lavanderias na Europa operam basicamente com túneis, muitas vezes com mais de duas unidades em cada planta, citando como exemplo uma unidade da Mewa que opera com 4 túneis".

Apesar de o preço do equipamento ainda ser uma barreira Márcio acredita que em algum tempo as lavanderias com volume no Brasil também poderão chegar a esse nível, é uma questão de tempo.

Gestão Financeira da sua Lavanderia

Aproveitando que o Rui escreveu sobre a gestão do negócio eu gostaria de trazer algumas reflexões sobre a importância da Gestão Financeira.
Pela minha experiência na Rotovic eu diria que existiram alguns estágios de desenvolvimento da gestão financeira na nossa lavanderia, que foram muito importantes para o nosso crescimento.
A seguir faço um pequeno resumo das etapas que passamos:
  1. Implantar relatórios gerencias do resultado financeiro do mes anterior, isto é colocar numa folha de papel o resumo das receitas e despesas do mes que passou e apurar o resultado. Parece fácil, não é? Então porque muitas empresas não fazem? Sem contar aquelas empresas que têm um sistema informatizado que pode fornecer fácilmente essas informações, mas o empreendedor não as usa e analisa todos os meses.
  2. Projetar para o mes seguinte quanto você quer e pode (desafio realista)ter de receita e despesas e qual é sua meta de resultado (lucro). Muitos empreendedores geram metas de faturamento, mas esquecem do lucro e muitas vezes até bate a meta de faturamento só não sabe porque o resultado (lucro com dinheiro no caixa) não aparece. Que tal começar a estabelecer metas mensais de receitas, despesas e lucros.
  3. Uma vez projetado o que você quer após o mes transcorrer fazer um comparativo do projetado com o real e um plano de ação para corrigir aquilo que não foi como planejado.
  4. Após alguns meses fazendo isso com muita disciplina e persistência vem um novo desafio. Em outubro e novembro deste ano elaborar o orçamento para o ano de 2009, isto é determinar o que você quer obter de receitas, despesas e resultados mes a mes no ano que vem.
O que você acha dessas etapas, fazem sentido? O que você tem praticado? Como está sua gestão financeira? Coloque aqui seus comentários para enriquecer nosso debate sobre esse assunto.

10 de jul. de 2008

Gestão de negócios

Nas reuniões de diretoria da ANEL e do Sindilav, das quais tenho o privilégio de participar, tenho notado com maior freqüência o uso de notebooks e smartphones, aqueles telefones celulares inteligentes que recebem e enviam e-mails.

E o que isto tem a ver com lavanderias em geral? Tudo.

Isto mostra o grau de profissionalismo que o nosso segmento já atingiu. Decisões precisam ser tomadas, com base em números e fatos, e de maneira rápida. O mercado não espera.

Isto mostra também que estes empresários estão atentos a esta nova realidade, e estão se equipando para atendê-la.

Garanto que as lavanderias destes empresários têm controles rígidos, acompanhamento de resultados, programas de qualidade, políticas de recursos humanos, gestão de atendimento a clientes.

E a sua lavanderia, o que tem?

Esta reflexão é importante, pois temos que entender os tempos de amadorismo, em qualquer segmento, ficaram para trás, assim como o século XX.

Não se trata de modismos, ou tendências, mas da dura e concreta realidade dos negócios.

Todos nós temos que conduzir nossos negócios de forma profissional, cuidando não apenas da gestão operacional, mas também das questões financeiras, administrativas, de recursos humanos, de vendas e de marketing.

Os clientes são cada vez mais exigentes, e o mercado tem que se adequar a esta dinâmica.

Forte abraço a todos.

Rui Torres
Diretor do Segmento Doméstico – ANEL

3 de jul. de 2008

RESINA EM PAUTA - entrevista concedida por Marco Britto ao site Guia Jeanswear

O resinado é hoje, um dos processos mais utilizados no segmento jeanswear. Ele confere inúmeros efeitos na peça, mas como é relativamente novo, há ainda muitas empresas que não sabem trabalhar direito ou até não conhecem todos os seus benefícios. Além disso, muitos fabricantes de Denim estão vendendo o tecido já com o processo, o que muitas vezes não valoriza o produto final. Conheça mais um pouco sobre esse assunto:

GUIA JEANSWEAR -Quais os benefícios da resina ao jeanswear?

MARCO BRITTO - A resina foi introduzida no mercado jeanswear para ser uma ferramenta de diferenciação do jeans, criando efeitos visuais sofisticados, agregando valor ao produto, melhorando o acabamento da peça. Ela proporciona mudança de tonalidade conferindo diferentes cores para o Denim, como o acinzentado, azul ou preto super intenso, acastanhado, entre outros. A resina fornece efeitos 3D em qualquer parte ou detalhe do Denim, facilita no processo de lixamento gerando um melhor acabamento degradè, pode ser associada a pigmentos metálicos quando aplicados na peça, oferece brilho ou visual fosco. Em relação aos aspectos sinestésicos, a resina confere um toque empapelado, encorpado, soft (super suave) ou pele de seda (mais suave ainda). A resina ainda melhora a durabilidade da peça, depois da lavagem em casa, segura o corante não deixando a calça envelhecer rapidamente, facilita a passadoria doméstica e em muitos casos, a peça resinada não precisa ser passada.

GJ - A resina pode conferir aspecto empapelado, mais endurecido. Não é desconfortável? MB - É um aspecto que certos consumidores gostam, pois não amarrotam, tem mais brilho. Mas é menos confortável que outras peças.

GJ - O que acha das tecelagens que estão fabricando os Denins resinados? MB - Não há vantagem nenhuma para a marca e nem para a confecção, pois o princípio em se usar a resina no jeans confeccionado foi inventado para mudar a característica do tecido dentro da lavanderia, criando-se assim uma diferenciação para a marca, onde cada lavanderia pode trabalhar sua receita de resina para diferenciar o jeans do seu cliente. Sendo assim, cada cliente pode ter vários tipos de resinas no seu jeans diferenciando-se dos demais através das resinas. Quando a marca ou a confecção compra o tecido resinado do fabricante, ele perde a chance de fazer algo inovador e único, pois qualquer outra marca que compre o mesmo tecido terá o produto com o mesmo visual.


Por Vanessa de Castro – jornalista de moda.

Foto: Marco Britto no Showroom da GB Lavanderia, em Colatina-ES. Equipe Guia Jeanswear.

2 de jul. de 2008

Movimento contra novo imposto


Hoje foi lançada, na sede da Fiesp, a campanha contra a tentativa de aprovação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), conhecida como a nova CPMF. A companha conta com o apoio de diversas entidades de classe – entre elas, a própria Fiesp, OAB SP, Sescon, Fecomércio, ABCFARMA, o Instituto de Engenharia e a FAESP. Eu tive a oportunidade de participar da reunião representando a ANEL.

Paulo Skaf, Presidente da FIESP convocou os representantes de todos os setores para iniciar um movimento contra o novo imposto CSS, que é a volta da CPMF.

Ficou claro que todos são contra esse novo imposto, mas precisamos nos unir e nos movimentar para impedir que mais um imposto seja criado.

Para isso precisamos divulgar o manifesto contra a CSS e assiná-lo.

Lavadora "sem água" está a caminho

Pesquisadores da Leeds University declaram que desenvolveram uma máquina de lavar que “quase não usa água”, e que poderá estar disponível no mercado ainda no ano que vem.

O sistema usa plásticos granulados que são processados junto com as roupas para remover manchas e requer menos que um copo de água a cada ciclo de lavagem. Ele está sendo considerado como um sistema que poderá trazer benefícios à indústria de lavagem a seco em relação ao meio ambiente, oferecendo uma alternativa de solvente de limpeza.

O sistema será comercializado pela Xeros, uma empresa criada pela própria universidade e fundada pelo professor de Química Têxtil da Leeds, Stephen Burkinshaw. Martin Gregson, antigo diretor-técnico da Johnson Service Group, uniu-se como membro não executivo da Xeros.

Burkinshaw disse que a performance do sistema é “ surpreendente”, em relação ao apresentado pelas máquinas convencionais. Ele afirmou: “Nós mostramos que ele pode remover todos os tipos de manchas, incluindo café e batom, usando-se uma pequena quantidade de água em comparação às lavadoras convencionais”.

Xeros obteve do IP Group - parceiro comercial da Leeds University - 500 mil euros em investimentos, e já está mantendo contato com vários concorrentes da indústria de máquinas lavadoras.

Fonte: Laundry and Cleaning News
(http://www.laundryandcleaningnews.com/story.asp?sectioncode=138&storyCode=2050046)
Tradução Valdir de Oliveira

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