29 de jan. de 2009

A Importância do Orçamento

O futuro do seu concorrente a Deus pertence. Não o seu!
Não importa a temperatura do mercado, elaborar um orçamento cuidadoso é uma atitude prudente que premia o gestor competente que trabalha de forma assertiva pela perpetuação da empresa.
Independente do tamanho ou segmento de mercado em que atua a empresa deve obrigatoriamente elaborar um orçamento detalhado baseado numa perspectiva de vendas assertiva para o ano fiscal.
Ambos, orçamento e previsão de vendas, são tarefas elementares e ordinárias.
O orçamento, na sua definição mais grosseira, é a ferramenta que equaciona as fontes de receita versus os custos, despesas e investimentos. É portanto, indispensável na tomada de decisões.
O responsável por facilitar este processo deve promover sinergia entre as áreas de vendas, marketing, produto e financeira.
Para que se obtenha um bom resultado na condução desta tarefa, atenha-se aos fatos históricos da empresa e não maquie a realidade. Não permita “chutes” sobre as perspectivas de vendas e evite também atitudes que tentam encontrar “pelo em ovo enquanto o elefante passa pela suas costas”.
Assertividade é a virtude a ser alcançada neste processo!
Na prática o orçamento elimina o “entusiasmo vazio” de gestores falastrões e preguiçosos, transformando esta energia pouco confiável numa equação matemática eficiente.
É importante calcificar a idéia de que:
Planejamento Estratégico e Orçamento são ferramentas complementares. O planejamento estratégico traça um caminho que projeta a empresa no médio-longo prazo enquanto o orçamento, materializa cada passo que será dado neste caminho.
Um Planejamento Estratégico sem Orçamento tende a ser apenas um sonho.
Um Orçamento sem Planejamento Estratégico tende a ser apenas
uma planilha de despesas elaborada pela tesouraria.
Existem escolas que defendem o planejamento e o orçamento, outras que abominam. A primeira defende a previsibilidade e a boa gestão dos recursos humanos e financeiros, a outra defende a intuição e a massa crítica dos diretores da empresa. Qual seguir então?
Se você julga que sua empresa foi criada para perpetuar-se ao longo de décadas e séculos e que a liderança e a intuição do brilhante dono, fundador, que a criou não estará presente para sempre, recomendo fortemente que você opte por um caminho mais tangível ou seja planeje o futuro da empresa.

Fonte: Brandme.com.br

23 de jan. de 2009

O poderoso Cronos em ação

Às vezes te dá a sensação de que você trabalhou, trabalhou e trabalhou, mas ao final do dia não rendeu o que deveria? Isso pode ser sintoma da falta de um planejamento adequado para o seu perfil profissional.


Em matéria publicada no site da revista Você S/A, o jornalista Daniel Junqueira analisa o tema, baseando-se em conceitos de especialistas.

Alguns pontos valem a pena ser ressaltados.

Primeiro: é importante traçar objetivos de longo, médio e curto prazo, nessa respectiva ordem. É uma maneira de dinamizar a relação com o objeto de trabalho, de forma a criar uma espécie de "funil", como define o entrevistado Cristhian Barbosa, autor do livro "A tríade do tempo".

Tudo isso se trata de administrar bem o tempo, que em horário laboral é composto por tarefas com diferentes graus de prioridade. Identificar isso também é importante.

Um planejamento mensal, de acordo com as metas a serem atingidas torna-se um amigo indispensável do profissional que pretende obter resultados concretos. Segundo o texto, vale gastar algumas horas semanais para revisar os compromissos agendados.

Por último, um ponto que para alguns poderia parecer surpresa: fazer planejamentos diários é improdutivo, pois em uma jornada de trabalho que dura de 8 a 10 horas em média surgem novas demandas ordinárias a serem resolvidas.

Por Pedro Martins, Assessor de Comunicação da ANEL

Fonte: http://www.vocecommaistempo.com.br/bn_conteudo.asp?cod=187&opr=88
Foto: http://www.flickr.com/photos/aerografix/

16 de jan. de 2009

Evitando ruídos


A Comunicação Corporativa é essencial no contexto empresarial. Essa comunicação tem que estar consciente dos objetivos da organização, se preocupar em antever seus movimentos, suas mudanças e, principalmente, identificar quais as expectativas do público em relação a ela. É preciso, além disso, estar integrada à cultura organizacional, o que faz com que a reação, às mudanças internas e externas, seja eficaz. Os setores internos da empresa devem saber como lidar com possíveis crises, sempre pautados nos valores e missões da organização.

Há de se ter uma preocupação intensa quando se trata do relacionamento com a mídia, pois ela reflete na reputação da organização. É fundamental um plano de comunicação focado no diálogo entre porta – vozes da empresa com as mídias interessadas no assunto tratado.

O mais importante é ter um plano de comunicação, levando em conta os públicos, pois de certo modo são eles que nos julgam a todo instante.

Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/comunicacao_corporativa_130109.php?

Por Maria Clara Loureiro, estagiária do Departamento de Comunicação da ANEL

5 de jan. de 2009

Faça dos conflitos uma oportunidade

Conflitos são sempre negativos, correto? Atrapalham o nosso desenvolvimento como pessoas e geram emoções inconvenientes, correto? Não.

Segundo pesquisa da empresa American Management Association, gestores passam 24% do tempo mediando conflitos. Especialistas afirmam que, ao contrário do que possa parecer, isso tem um lado positivo, que estimula o debate de idéias e o crescimento coorporativo. Claro, desde que nas devidas proporções, de preferência chegando a conclusões positivas ao final de cada embate.


Foram listados seis habilidades essenciais para resolver conflitos. Resumidamente:

1- Criar ou recriar o vínculo com o “adversário”. Um bom líder deve saber afastar a pessoa do problema, mantendo uma relação de cordialidade.

2- Negociar por meio de diálogo. É importante focar-se no objetivo comum, possibilitando a troca fluida de informações e idéias.

3 – Levantar pontos críticos a serem discutidos, no momento adequado, sem hesitar. Basta tratar o próximo com respeito e não adotar postura hostil.

4 – Entender se a causa do conflito mora na necessidade ou no interesse. A primeira tem a ver com algo vital. Já o segundo ponto, se trata de algo mais superficial.

5- Tentar criar empatia com o outro. Há pesquisas que indicam que o sistema límbico do nosso cérebro (emoções) decifra as intenções – boas e más dos companheiros.

6- Construir uma relação positiva por meio do entendimento dos diferentes pontos de vista em questão.

Fonte: http://www.hsm.com.br/editorias/altagerencia/seis-habilidades_essenciais.php?

Por Pedro Martins, Assessor de Comunicação da ANEL

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