15 de abr. de 2009

Gestão em Tempos Difíceis

O site de notícias especializadas em Relacionamentos Humanos e Gestão Empresarial publicou essa semana um texto interessante para refletir sobre as estratégias que devem ser adotadas por empresas em momento de crise.


De acordo com o autor, Marcelo Gonçalves, sócio da BDO Trevisan, crises podem ser vistas como uma oportunidade para aprender a se comportar diante dos problemas.

Ele ressalta a importância do papel dos gestores das empresas, que devem adotar práticas que visem manter a saúde financeira da organização. Destaca cinco elementos que merecem atenção, para se ter uma administração bem-sucedida: controle; caixa; corporação; processo; e risco.

Gonçalves ressalta, ainda, um ponto que vale a pena analisar de modo a entender a função e a relevância da vida associativa: as parcerias. Ele acredita que uniões podem ser frutíferas pois acarretam ganhos produtivos e administrativos. Aqui entra todo o trabalho desenvolvido pela ANEL durante as três décadas de existência e até hoje.

Pense nisso.

Por último, menciona a necessidade de se manter um bom planejamento coerente com a realidade. E de preferência investindo numa política de constante redução de custos.

7 de abr. de 2009

Você tem consciência ambiental?

O filme abaixo mostra de uma forma simples a complexidade da sociedade consumista que fazemos parte e os impactos gerados ao Meio Ambiente.
Será que você já pensou nisto?
Assista e deixe aqui sua opinião.

6 de abr. de 2009

Deus não gerencia os negócios

* Reprodução de texto de Hugo Bethlem (presidente pelo varejo da Associação ECR Brasil e vice-presidente da Cadeia de Suprimentos e TI do Grupo Pão de Açúcar)

Segundo especialistas, está em nossas mãos decidirmos se este ano será de regressão ou de oportunidades. Estamos começando um ano de desafios, medos e incertezas, mas quando não foi assim?


Talvez 2009 seja mais crítico pelas notícias negativas que temos recebido de todos os lados. Bem, aí está a diferença! Queremos ouvir e dar crédito a elas? Ou queremos apostar nas nossas convicções, forças internas e competências?

Está em nossas mãos decidirmos se este ano será perdido e teremos regressão e desemprego ou acreditar que será um ano de desafios a serem superados onde buscaremos as oportunidades, o progresso, a geração de empregos e de novos investimentos produtivos.

Seremos menos afetados pela crise externa do que vários outros países, chamados desenvolvidos, pois estamos mais preparados. Não foi por acaso, nem por sorte (Deus é brasileiro, mas não gerencia nossos negócios), afinal sofremos e apanhamos muito no passado para chegarmos a esse status e assim podemos enfrentar melhor a crise. Haverá problemas, sem dúvida, mas haverá mais ainda soluções.

Essa é uma crise de caixa e esta deverá ser a preocupação número um de todos os empresários: conservar a sua liquidez.

Assim, podemos pensar em várias alternativas para minimizarmos os impactos externos nos nossos negócios e várias delas passarão por maior sinergia e espírito cooperativo entre as companhias. Seja para prestadores de serviços, fornecedores, distribuidores, bancos, governos ou seja até para concorrentes que possam criar sinergia em ações não-concorrenciais, como compras de consumíveis, gestão de energia, acordos coletivos de salário, logística integrada etc..

Também será um ano para crescer no momento correto. Pensar no próximo passo com um planejamento minucioso, estar alerta para todas as oportunidades que aparecerem e, nesse caminho, controlar despesas e, fortemente, o endividamento e saídas de caixa.

Por fim, acreditar que 2009 pode ser um grande ano, mantendo a economia viva, a riqueza e renda girando, transferindo-se de mão, na busca do círculo virtuoso do crescimento econômico, evitando a poupança desnecessária.

Caberá a nós “chorar ou vendermos lenços” e deixo para reflexão uma frase de um poeta uruguaio que gosto muito:

“Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos”, autor: Eduardo Galeano.

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