19 de mai. de 2009

A Sindrome de Pato Donald


Li o texto abaixo no site da HSM, ele mostra a importânci do foco nos negócios e como fazer para alcançar isso:

"Nascido em 1934, nos estúdios Disney, e popularizado no traço de Carl Barks, o Pato Donald divertiu gerações, levantou discussões importantes sobre a vida familiar e definiu um padrão de comportamento do indivíduo em relação ao trabalho.
Donald é o típico faz-tudo. De vez em quando, ao lado do primo Peninha, atua como repórter no jornal A Patada. Noutras ocasiões, figura como ajudante nas aventuras de caça ao tesouro empreendidas por Tio Patinhas. Não raro, assume mais atividades, atacando até mesmo de super-herói, por meio de seu alter ego, o Superpato.

Pode-se dizer que Donald é versátil. No entanto, também é legítimo afirmar que seja um sujeito sem foco. Afinal, um pato faz de tudo. Nada, anda e voa. Mas realiza tudo isso sem muita qualidade.

Mas o que o ilustre habitante de Patópolis tem a ver com o universo das organizações e de seus gestores e colaboradores?

Simplesmente, tudo!

Em minhas andanças pelo Brasil e pelo mundo, topo frequentemente com pessoas versáteis que reclamam do destino. Fazem muito de tudo, mas seus negócios não prosperam. Outras reclamam que suas carreiras estão empacadas. Falta-lhes já entusiasmo, ao passo que sobra frustração...

Ora, depois de analisar essas histórias, muitas vezes descubro que esses indivíduos, alguns competentes e até talentosos, carecem de foco.

Curiosamente, a sociedade tende a valorizar esse tipo de multifuncionalidade. Essas pessoas são identificadas com trabalhadeiras e esforçadas.

Muitas dessas experiências, no entanto, exibem ausência de foco.

Primeiramente, a má notícia: Maria está acometida da Síndrome de Donald... (Você, caro leitor, não estará padecendo da mesma enfermidade?)

Agora, a boa nova: existe cura. E a terapia se divide basicamente em cinco atitudes.

1. “Conhece-te a ti mesmo”, como sugeria o filósofo grego Sócrates. Descubra seus talentos e identifique seus sonhos.

2. Depois, ofereça a si mesmo a indagação: o que desejo para mim e para o meu negócio?

3. Analise o mercado e a conjuntura econômica e determine a viabilidade de seus planos.

4. Procure descobrir seu diferencial em relação aos demais. Afinal, o que você faz muito bem? O que você faz bem que os outros não fazem?

5. Defina um plano de voo. Estabeleça uma estratégia para trilhar o caminho entre o que você é e aquilo que pretende se tornar.

A receita é simples, mas exige dedicação. Avalie seu conhecimento da atividade escolhida, meça sua energia e verifique seus meios antes de fixar metas. Alcançar o sucesso dependerá de um bom inventário de suas competências e recursos.

Possivelmente, você encontrará falhas em sua formação. Verá que ainda não sabe tudo que deveria saber. Sinal de que precisa investir em reciclagem, treinamento e incremento de qualidade.

Poucos atributos no mundo dos negócios são tão importantes quanto o foco. Um empreendedor, que busca sucesso em três frentes simultâneas, tem tanta chance de triunfar quanto um astrônomo que, a bordo de um carro de montanha russa, tentar mirar seu telescópio em Saturno e decifrar os segredos de seus anéis.

A partir de amanhã, coloque em prática esta lição. Guarde seu pato no armário e busque ajustar o foco de suas atividades. Afinal de contas, a teoria, na prática, funciona!"
Por Carlos Alberto Júlio é presidente da Tecnisa e membro dos conselhos da HSM e da Camil Alimentos. E-mail: julio@carlosjulio.com.br.

12 de mai. de 2009

Quem não se comunica...


Uma recente pesquiza realizada pelo grupo DMRH, consultoria de Recursos Humanos, aponta que 47,9% dos profissionais brasileiros estão insatisfeitos com a comunicação no trabalho, de acordo com reportagem publicada no site da revista Exame.

É um dado que merece um pouco de reflexão por parte dos gestores de pequenas, médias e grandes empresas. Uma pergunta: você sabe se comunicar com os seus colaboradores e sócios?

Ao longo do texto, a autora discorre sobre os diferentes motivos que geram uma comunicação ineficaz. Um deles é o fato de o Gerente estar sempre sobrecarregado e encontrar dificuldades para passar recados importantes adiante, fazendo com que os funcionários saibam exatamente quais são as metas que devem atingir dentro do ambiente de trabalho.

É para evitar esse tipo de problema que algumas empresas optam pela realização de reuniões semanais, por exemplo. Trata-se de uma oportunidade para avaliar o que foi feito e planejar o que deve ser concretizado no futuro.

Independentemente do tamanho da organização, fato é que as informações estarão sempre circulando de uma forma ou de outra: oficialmente, direcionado pelos gestores, ou pela famosa rádio informal (boca-a-boca). E informação é poder.

Portanto, quem se interessar em acessar o conteúdo inteiro da matéria ou passar a pensar sobre o assunto a partir de agora, sem dúvida terá boas refexões.

Seguidores